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A síndrome de burnout: a dor que queima e que coloca em risco a vida da cuidadora (parte 2)

Atualizado: 25 de nov. de 2022


Há que detetar, desde logo, os sinais de alerta para esta síndrome. Aliás, se possível ainda, "é melhor prevenir do que remediar", como diz o ditado popular





"Cuidar exige uma certa dose de altruísmo, mas é essencial que toda a cuidadora conheça e estabeleça os seus limites. "


Ao ser cuidadora deve saber quando pedir ajuda e colocar um “travão” ou “outra mudança” na viagem do cuidar. Caso contrário, irá mais dia, menos dia sentir-se sobrecarregada na prestação de cuidados informais ao seu familiar idoso. Tendo em conta que a sobrecarga só tem tendência a agravar-se ao longo do tempo, cada dia que passa a pessoa idosa cuidada requererá mais atenção e cuidado por parte da cuidadora. Se ela não encontrar desde logo formas de reduzir, resolver e até prevenir a sobrecarga, esta culminará num caminho de sofrimento, pautado por esgotamento crónico mental, emocional e físico, designado por síndrome de burnout (está enquadrado na Classificação Internacional das Doenças/ CID-10 -como transtornos mentais e comportamentais relacionados ao ambiente de trabalho - Z73.0).


Para muitos investigadores o burnout é considerado uma das doenças psiquiátricas mais incapacitantes da atualidade. Trata-se de uma patologia geográfica e culturalmente ampla, transcultural, que emerge em diversos países e culturas (Maslach, 2003). Esta doença é umas das principais causas para a colocação do idoso em Estruturas Residenciais para pessoas idosas (ERPI), quando as cuidadoras exaustas já não conseguem gerir todas as necessidades de cuidado da pessoa idosa a cargo. Apesar de tudo, a Organização Mundial da Saúde (ONS) só a reconheceu como síndrome em 2019 e ainda considera que está ligada a uma condição ocupacional e não tanto a uma condição médica.


O renomado psiquiatra Herbert Freudenberger, em 1974, no seu artigo “Staff burnout”, publicado no Journal of Social Issues atribuí ao termo burnout uma conceção “psicológico-psiquiátrica”. Embora o termo já tivesse sido utilizado por outros investigadores, foi a partir desta publicação que este ganhou um marcante sentido e uma maior proporção de aplicabilidade no meio científico. O termo, em inglês, é formado pela justaposição de duas palavras: burn, relacionada ao verbo “queimar”; e out, entendida como “totalmente”, “até o fim”. Esta síndrome é associada à imagem de uma chama que se reduz às cinzas (Maslach, 2009). Metaforicamente é aquele ou aquela que chegou ao seu limite, com grande prejuízo no seu desempenho físico, mental, emocional, social e espiritual.


Por conseguinte, define-se o burnout como sendo uma reação de stress face a uma série de fatores presentes no desempenho de suas tarefas. Entretanto, a psicóloga social Christina Maslach definiu-o “como uma síndrome tridimensional caracterizada por um esgotamento emocional, despersonalização e baixa realização pessoal, que ocorre normalmente nos indivíduos que prestam serviços humanos”. Acrescenta ainda, que o burnout “é o índice do deslocamento entre o que as pessoas são e o que elas têm que fazer. Isto representa uma erosão da alma humana, ou seja, um desgaste psicológico pelo envolvimento (Maslach et al, 1997). De acordo com a literatura científica, o burnout é responsável por diminuir a qualidade de vida dos cuidadores informais, sobretudo de pessoas idosas com demência (Alves et al., 2019).






O panorama português face à síndrome de burnout


Portugal é um dos países que tem registado um agravamento significativo dos índices de burnout, stress, ansiedade e depressão. Numa recolha de dados realizada pela RHmagazine (Felicidade, Quintas & Bernardo, 2018) foi divulgado que 17,2% da população ativa portuguesa, no ano de 2017, encontrava-se em burnout. Além disso, 48,9% da população ativa estava no patamar de “risco elevado” de entrar em burnout. Os dados chamam a atenção para uma realidade crescente e cada vez mais preocupante, mesmo antes da chegada da pandemia de Covid19 em 2020. Pois a pandemia veio agravar ainda mais o quadro da saúde mental dos portugueses, segundo os resultados do estudo efetuados pela Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental (SPPSM) em conjunto com o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA). O impacto da COVID-19 na saúde mental da população em geral foi igualmente devastador no que toca ao desenvolvimento de problemas mentais. Observaram-se valores de 33.7% em sofrimento psicológico; 27.0% em ansiedade moderada ou grave; 26.5% em stress pós-traumático; 26.4% em depressão moderada a grave; e, finalmente, de 25.2% em burnout .




Esmiuçando a tridimensionalidade desta síndrome e as suas manifestações sintomáticas






A síndrome de burnout envolve três dimensões, sendo estas seguintes:


1ª Dimensão - Stress crónico e exaustão/esgotamento emocional é pautado por perturbações psicológicas e por perturbações corporais. A cuidadora sente uma carga emocional mais intensa do que em condições normais, conduzindo-a a uma sensação de exaustão, que consequentemente leva a um decréscimo de desempenho nas tarefas.


No tocante às perturbações psicológicas, estas são reveladas por fadiga psicológica, depressão, ansiedade, tristeza, desânimo, irritabilidade, sem forças e sem recursos internos de enfrentamento, choro frequente, hipervigilância, mau humor, preocupações excessivas, ruminações, capacidades cognitivas reduzidas, sono irregular, necessidade de controlo, dificuldade de concentração, queixas amnésicas, abuso no consumo de substâncias (tabaco, álcool, medicação).

Em relação às perturbações corporais, estas são manifestadas por problemas gastrointestinais, hipertensão, tremores e palpitações frequentes, náuseas, queda de cabelo, franqueza, doenças osteoarticulares, dores de cabeça, dores musculares, problemas cardiovasculares, falta de apetite, maior propensão para a obesidade, vulnerabilidade a infeções, diabetes, fragilização do sistema imunitário.


2ª Dimensão - Secura relacional/despersonalização é geradora de conflitos internos na relação intrapessoal (na relação consigo mesma) e conflitos externos nas suas relações interpessoais (na relação com os outros). Esta caracteriza-se pela adoção de uma postura pouco flexível e impessoal perante si mesma e perante o outro, como um mecanismo de defesa no sentido de diminuir os seus sentimentos de impotência, indefesa e desesperança pessoal.

No que toca aos conflitos internos na relação intrapessoal, estes são pautados por sentimentos de medo, culpa, frustração, impotência, vitimização, inquietação, apatia, desmotivação, hiperatividade, pensamentos negativos e disfuncionais, problemas existenciais sobre valores e crenças, raiva e revolta dirigida à vida, desestruturação das prioridades pessoais, alteração da visão sobre o ser humano;

No que concerne aos conflitos externos nas suas relações interpessoais, estes são caraterizados por desgaste, esquiva, dificuldade em interagir e em comunicar, dificuldade de pedir ajuda a outrem, isolamento, abandono de atividades de lazer e de convívio.


3ª Dimensão - Irrealização pessoal/anulação do self é manifestada por uma diminuição das expetativas pessoais, dando lugar às autoavaliações negativas, à menor capacidade de encontrar sentido na adversidade, ao abandono de si mesma (reduzido autocuidado e autonomia pessoal), à menor perceção dos aspetos positivos e das suas próprias capacidades, à desvalorização do seu próprio bem-estar, aos sentimentos de fracasso, de baixa autoestima e de falta de confiança. Consequentemente ocorre a deterioração na qualidade de vida da cuidadora e, em muitos casos, o abandono precoce da sua carreira profissional.





Não obstante o referido acima, deve-se ter em conta que cada causa e sintoma dependem das caraterísticas da cuidadora e das circunstâncias em que se encontra (Benevides-Pereira 2001). Além disso torna-se particularmente importante avaliar os sintomas neuropsiquiátricos do familiar idoso e o impacto que estes poderão ter no funcionamento individual da cuidadora. Já que há uma tendência de níveis mais elevados de burnout quando a cuidadora está a cuidar de alguém com demência. O grau de intensidade da síndrome está também associado aos recursos pessoais e cognitivos que a cuidadora dispõe.




Categorização dos sintomas da síndrome de burnout


Os sintomas desta síndrome como são tão diversos e variáveis podem ser decompostos em quatro categorias, para uma compreensão mais fácil da sua complexidade e do impacto das suas “labaredas” na vida da Cuidadora. Podem ser categorizados em quatro grupos principais de sintomas:


- Físicos

Sensação de fadiga constante e progressiva, perturbações do sono, dores musculares, no pescoço, ombro e lombal, perturbações gastrointestinais, baixa resistência imunológica, astenia, cansaço intenso, cefaleias, enxaquecas, transtornos cardiovasculares, alterações menstruais, distúrbios sexuais e do sistema respiratório;


- Psíquicos/mentais

Diminuição da memória, falta de atenção e concentração, decrescimento da capacidade de tomar decisões, apego a ideias e obsessão por determinados problemas, ideias fantasiosas ou delírios de perseguição;


- Emocionais

Perda de entusiasmo e alegria, ansiedade, depressão, desânimo, irritação, pessimismo, baixa autoestima, instabilidade emocional, insegurança, sentimento de alienação e impotência;


- Comportamentais/sociais

Perda de interesse pelo trabalho ou atividades de lazer, isolamento comportamento menos flexível, perda de iniciativa, impaciência, lentidão no desempenho das funções, impetuosidade verbal, dificuldade na aceitação de mudanças, absentismo, aumentando da agressividade, dificuldade em conciliar os papéis profissional e familiar, aumento do consumo de bebidas alcoólicas, de tabaco e até mesmo de drogas ilícitas.


No entanto, é preciso acrescentar mais uma categoria relevante: a espiritual, cujo as “labaredas” sem reequilíbrio interno de coerência podem eclodir num “queimar sem volta”. Este tipo de queimadura pode deixar na cuidadora feridas existenciais difíceis de cicatrização, como por exemplo: a de perca de sentido para a vida, a de desconexão da sua própria essência, a de experiência de vazio interno, a de irrealização pessoal, a de inexistente de um propósito maior e de uma missão de vida.




10 Sinais de alerta de burnout e suas frases típicas


Como cuidadora a pessoa fica sempre mais focada no cuidado do seu familiar idoso, alheando-se dos cuidados da sua própria saúde e bem-estar, das suas próprias necessidades e até mesmo dos seus projetos pessoais. Como tal, para prevenir o risco de burnout a cuidadora deve auditar sempre a sua comunicação e prestar atenção aos sinais de alerta apresentados no diagrama abaixo.






Processo de desenvolvimento do burnout e seus doze estágios

O psicoterapeuta Delbrouck agrupou os doze estágios de burnout em quatro grandes fases. Estas fases são desencadeadas de forma gradual rumo ao desgaste emocional total da cuidadora. Segundo ele a síndrome inicia-se por uma fase de entusiasmo, com hiperatividade e sentimentos positivos; seguida por uma fase de estagnação já pautada por uma fadiga intensa, queixas psicossomáticas e irritabilidade; que lentamente vai dando lugar a uma fase de frustração, onde a culpabilidade e sentimento de desgaste vão tomando espaço no seu sentir; culminando, inevitavelmente, numa fase de desmoralização que afeta o seu desempenho (Delbrouck, 2006).





# FASE DE ENTUSIASMO IDEALISTA

Estágio 1 - Necessidade de se autoafirmar, provar ser sempre capaz, hiperatividade e sentimentos positivos;

Estágio 2 -Dedicação intensificada, com predominância da necessidade de fazer tudo sozinha;


# FASE DE ESTAGNAÇÃO

Estágio 3 - Desleixo com as necessidades pessoais, por exemplo em comer, em dormir, em sair com os amigos;

Estágio 4 - Distanciamento de conflitos, na qual a cuidadora percebe que algo não vai bem, mas não quer enfrentar o problema, conduzindo-a a uma ansiedade crescente. Neste presente estágio é quando começam a ocorrer manifestações físicas de desgaste;

Estágio 5 - Reinterpretação dos valores e isolamento, pois o que antes tinha valor sofre desvalorização (por exemplo lazer, casa, amigos);

Estágio 6 -Negação de problemas e distanciamento dos contactos sociais. O cinismo e a agressão são os sinais mais evidentes;

Estágio 7 – Recolhimento, refletido nos comportamentos antissociais, numa aversão a grupos e a reuniões;


# FASE DE FRUSTRAÇÃO

Estágio 8 -Mudanças evidentes de comportamento, como a perda do humor, a não aceitação de comentários por parte dos outros, que outrora eram tidos como naturais;

Estágio 9 - Despersonalização, na qual ninguém parece ter valor, nem mesmo o familiar idoso cuidado, pois a vida se restringe a atos mecânicos e de distância face a tudo e a todos;

Estágio 10 - Vazio interior manifestado por uma sensação de desgaste, tudo é difícil e complicado.


# FASE DE DESMORALIZAÇÃO/APATIA

Estágio 11 - Depressão, pautada por marcas de indiferença, desesperança, exaustão, na qual a vida perde o sentido;

Estágio 12Sofrimento total da síndrome de burnout, de um esgotamento profissional/ocupacional propriamente dito, que corresponde ao colapso físico, emocional e mental. Este estágio é considerado de emergência, onde a ajuda médica e psicológica são uma necessidade urgente.




Instrumentos de avaliação de burnout


Na maioria dos estudos, a Síndrome de burnout é quantificada por instrumentos de mensuração específicos, entre estes:

MASLACH BURNOUT INVENTORY (MBI)

É um questionário de avaliação psicológica aplicado em mais de 90% dos estudos sobre o burnout em todo o mundo, o que lhe confere um estatuto de monopólio nesta área. Este está dividido em três partes que correspondem às três dimensões do burnout, cujas pontuações máximas são 54 pontos para a exaustão emocional, 30 pontos para a despersonalização e 48 pontos para a irrealização pessoal (MASLACH; JACKSON, 1986).


COPENHAGEN BURNOUT INVENTORY (CBI)

É um questionário de autorrelato sobre o burnout, que é também designado por Pines Burnout Measure. Este mensura o nível de exaustão física, emocional e mental do indivíduo, estando por isso dividido em três escalas: o burnout pessoal, o burnout no trabalho e o burnout relacionado com o doente cuidado. (KRYSTENSEN et al., 2005). No qual, altos escores neste questionário predizem sintomas mais severos de burnout (MALAKH-PINES et al., 1981)


ESCALA DE ZARIT -The Zarit Burden Interview”

É um questionário que avalia o risco de vir a sofrer da síndrome de burnout (Zarit, 1983) e é considerado mais do que um instrumento de diagnóstico do grau de sobrecarga. Pois, este é internacionalmente aplicado a diversos contextos.

Todos os estudos demonstraram que a “Zarit Burden Interview” é uma escala válida e fiável, com boas caraterísticas psicométricas, não apenas pela elevada consistência interna, como também pela avaliação face aos seus diferentes fatores.


Por isso, acede à OFERTA do Breve questionário de avaliação da Sobrecarga da Cuidadora Informal, baseado na Escala de Zarit , clicando no botão abaixo:






Em suma…


As cuidadoras de pessoas idosas formam um grupo muito vulnerável ao stress e à sobrecarga, uma vez que são submetidas a uma extensa jornada de trabalho desgastante e repetitivo. À medida que aumenta a debilidade e a dependência do familiar idoso cuidado os encargos do ato de cuidar sofrem novas mudanças, exigindo maiores esforços por parte da cuidadora. Como resultado da repercussão da prestação prolongada de cuidados informais, toda a cuidadora fica exposta a um estado de vulnerabilidade, de sobrecarga física, emocional, psicológica/mental e social, constituindo um elevado risco para a sua saúde física, mental, emocional e até espiritual. Por conseguinte, afetando o seu bem-estar e sua qualidade de vida.


Aliás, o ato de cuidar afeta inclusive a família alargada, dado que os outros membros da família sentem falta do tempo, atenção e cuidados de outrora concedidos pela pessoa que hoje pelas circunstâncias várias assume o papel de cuidadora. Como tal, o seu foco está voltado única e exclusivamente para o cuidado do seu familiar idoso dependente. Onde já não há quase lugar algum para férias, projetos futuros, privacidade e descanso. Acresce, frequentemente, a esta demanda de prestação de cuidados informais uma atividade laboral, que vem ainda sobrecarregar mais a vida da cuidadora. Tudo isso gera uma pressão tal, que só por milagre a cuidadora conseguirá sair ilesa do sofrimento de burnout. Por conseguinte, é de extrema importância que ela esteja ciente deste fenómeno e encontre formas de preveni-lo ou, então, de minimizá-lo no momento que se aperceba que o burnout está a “instaurar raízes” em si.



Acompanhe os próximos artigos sobre as estratégias de prevenção da síndrome de burnout, para um maior bem-estar e qualidade de vida que toda a cuidadora é merecedora de sentir e de ter.



Referências Bibliográficas:


- ALVES, R.S.F., CUNHA, E.C.N., SANTOS, G.C., MELO, M.O. (2019). Cuidados Paliativos no Fim da Vida. [Em Linha] Psicologia: Ciência e Profissão v. 39, e 185734, 1-15. [Consultado a 10/9/ 2022] Disponível em:< https://www.scielo.br/j/pcp/a/NSScM87z94MQRGL8RPtBGzJ/?format=pdf&lang=pt>


- BENEVIDES-PEREIRA, A. M. T. (2001). MBI – Maslach Burnout Inventory e suas adaptações para o Brasil [Resumo]. In XXXI Reunião Anual de Psicologia (pp. 84-85). [Em Linha]. Rio de Janeiro: SBP. [Consultado a 1/9/ 2022] Disponível em:< http://www.sbponline.org.br/resources/anais/2001.pdf>

- DELBROUCK, Michel (2006). Síndrome de exaustão (burnout). Lisboa: Climepsi.


- FELICIDADE, M., QUINTAS, G., & BERNARDO, J. F. (2018). Burnout – uma paixão doentia pelo trabalho. RH magazine, 117, 12-19.


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- SNS- Serviço Nacional de Saúde (2022). Impacto da COVID-19 Na Saúde Mental. [Em Linha]. Portugal: Ministério da Saúde [Consultado a 9/9/ 2022] Disponível em:< https://www.sns24.gov.pt/tema/saude-mental/impacto-da-covid-19-na-saude-mental/#sec-3


- KRISTENSEN, T., BORRITZ, M., VILLADSEN, E. e CHRISTENSEN, K. B. (2005). The Copenhagen Burnout Inventory: A new tool for the assessment of burnout. Work & Stress, 19, 3, 192- 207.


- MALAKH-PINES, A.; ARONSON, E.; Kafry, D. (1981). Burnout : from tedium to personal growth. New York: Free Press.


- Maslach, C. & Jackson, S. (1981). The meansurament of experienced burnout. Journal of Occupational Behaviour, 2, 99-113.


- MASLACH, C., & Jackson, SE (1986). Manual de inventário de esgotamento de Maslach (2ª ed.). Palo Alto, CA: Consulting Psychologist Press


- MASLACH, C.; LEITER, M. (1997) – The truth about Burnout: how organizations cause personal stress and what to do about it. São Francisco: Jossey-Bass Publishers.


- MASLACH, C. Comprendiendo el burnout. Ciencia & Trabajo, v. 11, n. 32, p. 37-43, abr./jun. 2009.


- OMS – Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento da CID-10: Descrições Clínicas e Diretrizes Diagnósticas – Coord. Organização Mundial da Saúde, trad. Dorival Caetano. Porto Alegre, Artes Médicas, 1997. Sensação de Estar Acabado.


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- SCHAUFELi, W.B., & Enzmann, D. (1998). O companheiro de burnout para estudar e praticar: Uma análise crítica. Filadélfia: Taylor & Francis.


ZARIT S.H; ZARIT, J.M (1983)The Memory and Behaviour problems checklist – and the burden interview. Technical report. In: Sequeira, C. (2010). Adaptação e Validação da Escala de Sobrecarga do Cuidador de Zarit.


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